Rui Massena - D-Day



Boa noite.

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Diogo Piçarra



Dificilmente alguém com um sobrenome destes poderia passar ao lado deste blog. Mas sejamos justos, não é só nisso que ele aparenta ser grande. 

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Sorrisos de ouro



Como preciso do vosso sorriso quando o dia corre menos bem. Quando as forças parecem faltar. Como me faz bem, o vosso abraço. Como me anima o vosso carinho. Como vos amo. Tão pequenos e já tão capazes de tudo. Talvez nunca seja capaz de o dizer, como muitas vezes não o fui capaz de dizer a quem partiu, ou a quem um dia há-de partir sem que tenha coragem de o dizer. Mas o vosso sorriso é o motivo pelo qual muitas vezes sorrio mesmo sem ter vontade. Sim, confesso. Muitas vezes perco-me a olhar para vocês enquanto dormem. Procuro a força que me falta no vosso sorriso. Procuro em vocês a inspiração para triunfar. Para que vocês se orgulhem de mim, tanto quanto eu me orgulho de vocês. 

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Cheira a Café



E a saudade. Sinto-o. Logo pela manhã. Aquele que me ensinaste a sentir. Aquele que me faz também lembrar de ti.

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Bem-vinda!



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Indecisões



A vida é feita delas. De decisões, de indecisões. De escolhas racionais ou simplesmente emocionais. Não vem mal ao mundo. É assim mesmo. Mas nestes momentos, em que tudo parece incerto e qualquer decisão capaz de transformar o nosso mundo, só nos dá vontade de nos encolhermos e de nos escondermos. Será uma escolha mais acertada quando motivada pela paixão? Será que todas as escolhas devem ser feitas com a ajuda da razão? Hoje sinto-me assim. Perdido. Perdido nas decisões que ninguém tomará por mim. Sei que aí em cima me vais ajudar a tomar a decisão mais sensata. E sei também que qualquer que seja, terá o teu apoio. Sabes que sinto a tua falta. Se aqui estivesses sei que o teu olhar me ia indicar o caminho...

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Foi bom voltar a ver-te.


Voltei a ti, muitos anos depois. Os suficientes para me encontrares diferente mas jamais os necessários para te encontrar menos exuberante. Percorri-te, ouvindo a mesma música que nos uniu. Com a sensação plena de que todos estes anos foram duros de passar. Ciente de que nada foi fácil depois de ti, nem nada foi fácil antes de te ver pela primeira vez.



Olhei-te com o sorriso da primeira vez. Verti as mesmas lágrimas de saudade. Porque marcaste a minha vida para todo o sempre. Brilhaste da mesma forma, mas acolheste-me com o carinho de sempre. 

Sim, estou diferente. Notaste? Claro, a vida mudou-me. Muda-nos a todos. Numas coisas para melhor, noutras irremediavelmente para pior. Mas é disso que se faz a vida, de mudanças. Apesar de tudo, estou aqui. De novo, em frente a ti. E à tua imensidão. 

Não percorri as tuas ruas como da outra vez. Não sorri tantas vezes como o fiz há tantos anos atrás. Nem te abracei com os mesmos sonhos. Abracei-te com sonhos diferentes e com desejos também eles distintos. Desta vez, viste-me sozinho. Eu sei. Mas só tu sabes que te pisei e que te olhei com aquele que me deste ao ouvido. No fundo, voltamos a estar os 3. Juntos. Depois de tanto. Depois de uma imensidão de obstáculos. 

"Vá, limpa essas lágrimas. Fiz-te forte e quero-te forte!" Ordenaste! Assim fiz, pelo menos por breves instantes. Mas devia-te isto. Voltar para te dizer que o que uniste continua unido. Sim, não te vou mentir. Há sempre feridas a curar depois de uma queda tão grande. Até porque umas infeccionam por teimarmos em mexer demais e depois custam sempre mais a desaparecer. Mas não há nada que o amor não cure.

E por isso, hoje que te vejo de novo. Deixa-me dizer-te, obrigado. Obrigado por me teres dado tudo o que me deste. 7 anos. É obra! 

Ah, e continua assim. Linda. Até já!

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