Leona Lewis - Happy

Freddie Mercury - 18 anos de saudade

Felizmente a música é intemporal e, Freddie Mercury, vai continuar a cantar para nós, por muitos e bons anos.




Diego Miranda feat Liliana - Ibiza for Dreams

Shakira - Do it Again

O melhor dos dois mundo! A sensualidade...
Lo hecho esta hecho.

Protejam as criancinhas!!!

A parvoíce não tem limites. Este vídeo, prova-o.



Balançar - Mafalda Veiga



Pedes-me um tempo,
para balanço de vida.
Mas eu sou de letras,
não me sei dividir.
Para mim um balanço
é mesmo balançar,
balançar até dar balanço
e sair..

Pedes-me um sonho,
para fazer de chão.
Mas eu desses não tenho,
só dos de voar.

Agarras a minha mão
com a tua mão
e prendes-me a dizer
que me estás a salvar.
De quê?
De viver o perigo.
De quê?
De rasgar o peito.
Com o quê?
De morrer,
mas de que paixão?
De quê?
Se o que mata mais é não ver
o que a noite esconde
e não ter
nem sentir
o vento ardente
a soprar o coração...

Pedes o mundo
dentro das mãos fechadas
e o que cabe é pouco
mas é tudo o que tens.
Esqueces que às vezes,
quando falha o chão,
o salto é sem rede
e tens de abrir as mãos.

Pedes-me um sonho
para juntar os pedaços
mas nem tudo o que parte
se volta a colar.

E agarras a minha mão
com a tua mão e prendes-me
e dizes-me para te salvar.
De quê?
De viver o perigo.
De quê?
De rasgar o peito.
Com o quê?
De morrer,
mas de que paixão?
De quê?
Se o que mata mais é não ver
o que a noite esconde
e não ter
nem sentir
o vento ardente
a soprar o coração.

Cheirinho a Natal...

Já começou: os anúncios na TV, as ruas com as típicas luzes e até as casas. Há uns anos era tão feliz nesta altura, a inocência da idade, o Pai Natal... Até sabia os anúncios todos de cor... Este ano há algo diferente: A Popota Wegue Wegue. Adultos ou não, daqui a dias já todos sabemos a letra.
Wegue-wegue. ;D

Má notícia

Nunca estamos preparados para te ouvir. Nunca conseguimos ser suficientemente fortes para sermos imunes a ti. Mesmo que o choro tenha de ser contido e não possa responder à vontade de fugir que é grande demais. É nestas alturas que percebo que a vida é demasiado pequena para nos preocuparmos com coisas de pouca ou nenhuma importância. É nestas alturas que constato ainda mais que temos mesmo de aproveitar cada dia. Cada um dos dias em que tu estejas ausente. Maldita/o!


Charice Pempengco – Note to God

Simplesmente extraordinário. :’)

A vida

Por todas as razões e mais algumas, hoje não é um bom dia. Penso no fim. No início. Nos inícios que levam aos fins. E nos fins que não evitamos que se iniciem. Talvez por isso tenha evitado escrever no blogue nos últimos tempos. Os tempos que passam a correr. Numa correria tão louca que não sou capaz de evitar. Num pensamento que me corre e me corrói. Há alturas em que é fundamental parar para pensar. Em tudo. Alturas há em que de nada vale fingir que nada acontece. Em que é preciso encarar tudo de frente. E pensar. Se o melhor é corrigir o caminho, fingir que este é o certo ou desistir. Insistir ou desistir? Nenhuma decisão é perfeita. Não por culpa dela. Mas nossa. Dos seres imperfeitos.


Falta a vontade...

Em momentos em que a vontade de fazer o que se deve é pouca ou mesmo nula, joga-se um bocadinho.
Promete ser o jogo mais difícil do mundo. E promete viciar alguns. Porque não arriscar aqui?