O tamanho (não) interessa

Os franceses têm o pénis mais longo e mais grosso do que os seus conterrâneos europeus, afirmam pesquisadores alemães. A pesquisa foi feita pela empresa "Institut fuer Kondom-Beratung", que comparou os membros de 10.477 voluntários provenientes de 25 países da União Europeia. As médias dos franceses são de 15,48 cm de comprimento e 13,63 de diâmetro em estado erecto. [Gay1]

Aqui ficam os três primeiros e... Portugal:

1. França 15,48 cm e 13,63 cm
2. Suécia 15,36 cm e 12,78 cm
3. Estónia 15,17 cm e 12,54 cm
(...)
19. Portugal 13,91 cm e 10,45 cm

Diâmetro? Mas não será Perímetro? Independentemente disso, até nisto Portugal está na cauda da Europa... :)

Lily Allen - The Fear

Óscares

Ainda não tinha tido oportunidade de escrever sobre a noite dos óscares e a verdade é que não vou escrever muito, mesmo que esta tenha sido das noites em que mais de acordo estive com o júri da academia.
Vou apenas colocar dois vídeos de um dos grandes vencedores da noite, Milk. Como tinha já escrito, Sean Penn venceu o óscar de melhor actor e o seu discurso, a par do de Dustin Black, que foi receber o óscar de melhor argumento principal, foram seguramente dos pontos altos da noite.
Para ver e ouvir.




31536000 segundos

Mais coisa, menos coisa. Completados hoje. Há precisamente um ano, sob o encantamento da cidade condal, o "relógio" começava a contar. Compassadamente. Apaixonadamente. Sem sinal de partida declarado, nem sequer anúncio prévio. Aquilo que os olhares ou os sorrisos já não escondiam, ganhou ali forma, com o brilhantismo de um palco ímpar e com um sentimento genuíno que a partir dali não mais ousou parar de crescer.

Um ano depois, cá estamos. Mais fortes, mas cientes do que sentimos e do que queremos e cada vez mais empenhados em nos mantermos juntos. Cada obstáculo ultrapassado tornou apenas mais especial o nosso amor. Por necessidade ou feitio, talvez nem sempre os sorrisos contidos me façam conseguir transmitir tudo o que sinto, mas acredito que o sabes bem. Será inevitável dizer-te hoje, num dia tão especial, que foi contigo que passei o melhor ano da minha vida e é também contigo que vou querer passar muitos mais. Se às vezes sou demasiado exigente contigo, é porque também aprendi a ser comigo mesmo.

Um dia, que espero que esteja para breve, quero poder ser livre de contar a todos o quanto te amo e sou feliz contigo. O que já fui. O que sou. E o que quero ser. Para isso, vou continuar a dar "corda" a este relógio "teimoso" para que jamais ele ouse parar.

Amo-te.


Uma questão de normalidade

A homossexualidade não é normal, temos que dizê-lo (...) Não é normal no sentidode que a Bíblia diz que quando Deus criou o ser humano, criou o homem e amulher. É o texto literal da Bíblia, portanto esse é o princípio sempre professado pela igreja.

E ser Padre e viver em abstinência, é?

Dia dos Namorados

Confesso que nunca achei piada ao dia. Ou melhor, nunca acho grande piada aos dias onde supostamente se comemora algo que se deveria comemorar sempre. Este é um deles. Um dia de depressão e lamentos para quem não namora, um dia normal para quem namora e não espera por este dia para festejar algo que até hoje se esqueceu.
Já estive dos dois lados da "barricada" e portanto conheço os dois sentimentos. Prefiro este, é claro. E, mesmo que continue sem atribuir grande simbolismo ao dia, sinto-me feliz por poder estar com quem amo. Por isso, não resisto em dizer, parabéns a nós :D e sou muito feliz contigo. Aos que namoram, o desejo de que aproveitem bem este e todos os dias que se seguem, aos que não namoram o desejo de que rapidamente encontrem alguém. Beijos e Abraços!

Devaneios

Nem tudo o que parece, é.

Nem tudo o que é, parece.



Milk

O argumento (ou a história de vida de Harvey Milk) já era de si fantástico, mas Sean Penn ainda lhe conseguiu dar a genialidade das grandes obras. Talvez o filme não vá merecer o galardão máximo, perdendo para outros mais mediáticos, mas o de melhor actor não pode fugir das mãos de Penn. Imperdível. E a certeza de que ainda há muito para lutar.

Genialidades

Um dos artigos de opinião mais geniais que li nos últimos tempos. Com a assinatura do jornalista Mário Crespo no Jornal de Notícias.

Está bem... façamos de conta

Façamos de conta que nada aconteceu no Freeport. Que não houve invulgaridades no processo de licenciamento e que despachos ministeriais a três dias do fim de um governo são coisa normal. Que não houve tios e primos a falar para sobrinhas e sobrinhos e a referir montantes de milhões (contos, libras, euros?). Façamos de conta que a Universidade que licenciou José Sócrates não está fechada no meio de um caso de polícia com arguidos e tudo.

Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês. Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível. Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das "melhores posições no Mundo" para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu. Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média.

Façamos de conta que o "Magalhães" é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação. Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo. Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que "quem se mete com o PS leva". Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de "malhar na Direita" (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda). Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport. Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por "onde é que eu ia começar" a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal. Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a "falta de liberdade". E Manuel Alegre também. Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus.

Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores. Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República. Façamos de conta que não há SIS. Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso. Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos.


Aniversariantes

Se fosse vivo, faria hoje 64 anos. Aquele que "inventou" o reggae foi seguramente um dos maiores talentos musicais que o mundo já conheceu.





O dia 6 foi também o de nascimento do missionário e escrito português, Padre António Vieira. Um génio das palavras e cujos ensinamentos se mantêm hoje... tão actuais.

Nós somos o que fazemos. O que não se faz não existe. Portanto, só existimos nos dias em que fazemos. Nos dias em que não fazemos, apenas duramos. Padre António Vieira

Will.i.am - It's a new day

Este jamaicano que havia escrito o "Yes, I Can", está agora a fazer sucesso com este "It's a ney day" que é mais uma homenagem à eleição de Barack Obama. É mais uma prova que os Estados Unidos são de facto um país diferente. Nós, por cá, também precisavamos de um "new day" quer-me parecer...

Ideias para o Carnaval


Enviado por um amigo

Festival da Canção

Nem sequer querendo pôr em causa se Portugal deveria ou não voltar a entrar no jogo político e de interesses dos festivais eurovisão da canção (para mim é óbvio que não), ou é de mim ou a canção que está neste momento à frente das votações para nos representar é, digamos que... péssima?



Uma nota de regozijo para o facto de Armando Gama (!) já ter sido eliminado. Pena que Romana ou Nucha ainda possam ser eleitas...

Mas ouçam a música com que Armando Gama queria ganhar...


David Archuleta - A Little Too Not Over

Já agora e para terminar esta sequência de posts sobre o sucesso David Archuleta, aqui fica o video-clip do novo single do jovem cantor americano. Depois de "Crush", "A little too not over you".


David Archuleta

Quando aos 17 anos concorreu ao concurso da televisão americana American Idol, estaria longe de imaginar o sucesso que faria. A verdade é que David Archuleta nem sequer foi o vencedor do concurso, terminando em 2º lugar. Mas, quem se lembra do 1º? A cara de "puto", a voz, a idade, mas principalmente o talento fizeram de David um caso sério nos tops de música internacionais e o single Crush lançado em Agosto (e que já coloquei no blogue) tem sido um enormíssimo sucesso. Até agora, David já vendeu mais de 600 mil cópias nos Estados Unidos. Um verdadeiro caso de sucesso.
Deixo-vos a última interpretação de Archuleta no programa (curiosamente uma das minhas músicas de eleição), de entre as várias fantásticas que proporcionou a quem acompanhou os ídolos americanos e ouçam o júri. Talvez nunca ninguém perceba, porque não ganhou. Seguramente, David, vai continuar a dar que falar.


O país da devassa e da cabala

Portugal tornou-se, indubitavelmente, num país que tem quase que um prazer "orgâsmico" quando toca a devassar a vida de privada de alguém. Então se for de um alto estrato da esfera nacional tanto melhor. Aí, o desafio para evitar uma "ejaculação precoce" provocada por um prazer quase sobrenatural, é megalómano.


O país delira por saber que "colos" preferem os políticos, se a mãe de alguns foge ou não ao fisco, se este namora ou não com alguém. Qual crise? O que o povo gosta é de escarafunchar a vida de alguém e nem é sequer pela intenção legítima de conhecer o carácter de quem dirige o seu país, mas apenas porque funciona como uma estimulação, quiçá de alguém com uma vida sexual activa muito pouco significante. Portugal vive disso. De sangue. De querer fazer sangue. De condenar a toda a força alguém. De poder gritar alto e a bom som as frases sexualmente mais excitantes: "Eu já sabia que ele era corrupto"; "Eu bem me parecia que ele tinha cara de pedófilo"; "Este nunca me enganou". Julgo até que a lubrificação resultante da construção de tais palavras de ordem, terá um efeito bem superior a qualquer KY.


Mas Portugal não vive apenas disso. Vive também de políticos e afins que se julgam no direito de não querer justificar nada. Que se julgam no direito de tudo atribuir a cabalas sem precedentes. Tudo resulta de guerras pessoais, de quem não encontra forma de os bater e qualquer questão mais pertinente é encarada como um insulto ao bom nome da pessoa. Até respirar passar a ser encarado como um sinal de uma suposta teoria "cabalística".
Sabem do que eu tenho pena? De não podermos devassar a vida privada da "puta" da cabala.

Aí sim, a recuperação económica dar-se-ia com o impulso dos orgasmos múltiplos que as capas de jornais ou aberturas de telejornais provocariam. Então se se descobrisse que a cabala era um católico homossexual, preto e que namorava com um muçulmano tanto melhor. E depois sim, poderíamos viver felizes para sempre numa país que não tem cura...

Jason Mraz - Sleeping to Dream (II)

A questão é mesmo, porque temos sempre de ouvir sempre a mesma na rádio, se o repertório é tão vasto e tão bom. Seja para dançar na praia ou ouvir no escuro, Jason é fantástico.

Jason Mraz - Mr.Curiosity (I)

Jason Mraz tem dois concertos marcados para Portugal já este ano. O cantor/compositor californiano actuará em Lisboa e no Porto, a 19 e 20 de Março respectivamente. Os bilhetes custam entre 23 e 28 euros em Lisboa e de 24 a 28 euros no Coliseu do Porto.

Prevenção Rodoviária

O chamado, "tratamento de choque".